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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Opinões Contrárias
OPINIÕES CONTRÁRIAS
Emmanuel
Em muitos episódios da experiência humana, é provável que a
provação te bata à porta.
Não te aflijas.
Recebe-a com serenidade e bom-ânimo.
*
Por mais grave a situação, não te precipites com decisões na
base da insegurança.
*
Estuda o desafio que as circunstâncias te lançam em rosto.
*
Sobretudo, não emprestes qualquer traço sinistro às
dificuldades que se te apresentem.
*
É possível te vejas sob o peso das chamadas “opiniões
gerais”.
Entretanto, nem todas as manifestações das “opiniões gerais”
se harmonizam com a realidade.
Asserena-te e ora, preparando-te para os esclarecimentos
necessários, que surgirão em momento oportuno.
*
Não admitas a ansiedade por mentora de tuas resoluções.
Ainda mesmo que todos os itens da luta em que te encontras,
sejam formulados pelos outros, contra o teu modo de agir e de ser, guarda a
consciência tranquila e não temas.
*
É possível que todas as opiniões em derredor de ti se façam
contrárias, entretanto, conserva a paciência e espera por Deus, porque a
opinião dos Mensageiros de Deus pode ser diferente.
Espírito: EMMANUEL Médium: Francisco Cândido Xavier Livro:
“Convivência"
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Mais um pouco
Mais um Pouco
Quando estiveres à beira da explosão na cólera, cala-te mais um pouco e o silêncio nos poupará enormes desgostos.
*
Quando fores tentado a examinar as consciências alheias, guarda os princípios
do respeito e da fraternidade mais um pouco e a benevolência nos livrará de
muitas complicações.
*
Quando o desânimo impuser a paralisação de tuas forças na tarefa a que foste chamado,
prossegue agindo no dever que te cabe, exercitando a resistência mais um pouco
e a obra realizada ser-nos-á bênção de luz.
*
Quando a revolta espicaçar-te o coração, usa a humildade e o entendimento mais
um pouco e não sofreremos o remorso de haver ferido corações que devemos
proteger e considerar.
*
Quando a lição oferecer dificuldades à tua mente, compelindo-te à desistência
do progresso individual, aplica-te ao problema ou ao ensinamento mais um pouco
e a solução será clara resposta à nossa expectativa.
*
Quando a ideia de repouso sugerir o adiamento da obra que te cabe fazer,
persiste com a disciplina mais um pouco e o dever bem cumprido ser-nos-á
alegria perene.
*
Quando o trabalho te parecer monótono e inexpressivo, guarda fidelidade aos
compromissos assumidos mais um pouco e o estímulo voltará ao nosso campo de
ação.
*
Quando a enfermidade do corpo trouxer pensamentos de inatividade, procurando
imobilizar-te os braços e o coração, persevera com Jesus mais um pouco e
prossegue auxiliando aos outros, agindo e servindo como puderes, porque o
Divino Médico jamais nos recebe as rogativas em vão.
*
Em qualquer dificuldade ou impedimento, não te esqueças de usar um pouco mais
de paciência, amor, renúncia e boa vontade, em favor de teu próprio bem-estar.
*
O segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte do
aprender, imaginar, esperar e fazer mais um pouco.
* * *
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Reflexão
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Raios de Sol
RAIOS DE SOL
Se desejas aprender a lição da
indulgência, observa o raio de sol...
Dissipando a treva noturna, desce à Terra, cada dia, recapitulando, mil vezes, o mesmo ensinamento de serviço e de paz.
Não indaga pelas sombras da furna.
Não teme os vermes que se lhe associam.
Não se queixa da corrente enfermiça que flui do despenhadeiro.
Desce, contente e feliz, à intimidade do precipício, com a mesma radiação com que nutre fontes e flores.
Aquece o sábio e o ignorante, o santo e o malfeitor, os justos e os injustos, os bons e os maus, com a mesma generosidade, dentro da qual assinala os cimos do Céu.
Ampara a erva daninha e o bom grão, a árvore valiosa e o arbusto infeliz, com o mesmo carinho no qual se desdobra, claro e otimista, sobre lares e asilos, escolas e templos, hospitais e jardins.
Se a nuvem lhe empana o caminho, espera que a nuvem se dissolva e torna a fulgurar.
Se a tempestade agita o firmamento, aguarda a recuperação da harmonia e volta a missão do amor...
Não te esqueças.
O mundo jaz repleto de obstáculos da incompreensão, de tormentos do ódio, temporais de lágrimas, provações e infortúnios...
Aqui, em vales de sombra, medra, o escalracho da discórdia, ali, abre-se o abismo de aflitivas desilusões. Além, multiplicam-se cardos venenosos do orgulho e do exclusivismo, da penúria e da crueldade, e mais além, destacam se, agressivos e contundentes, largos espinheiros de intolerância...
Não perguntes, porém, pelos impedimentos prováveis.
Não relaciones as inquietações da marcha.
Recorda, que o Cristo é o Sol de nossas vidas e sê para as sendas que te cercam o raio de sol infatigável no bem, espalhando em tua passagem o júbilo da esperança renascente, o dom imperecível da luz e a graça do perdão.
Aprendamos a entesourar os dons da vida, respeitando os ensinamentos que o mundo nos impõe, na certeza de que entre a humildade e o trabalho, alcançaremos, um dia, os cimos da Luz.
Dissipando a treva noturna, desce à Terra, cada dia, recapitulando, mil vezes, o mesmo ensinamento de serviço e de paz.
Não indaga pelas sombras da furna.
Não teme os vermes que se lhe associam.
Não se queixa da corrente enfermiça que flui do despenhadeiro.
Desce, contente e feliz, à intimidade do precipício, com a mesma radiação com que nutre fontes e flores.
Aquece o sábio e o ignorante, o santo e o malfeitor, os justos e os injustos, os bons e os maus, com a mesma generosidade, dentro da qual assinala os cimos do Céu.
Ampara a erva daninha e o bom grão, a árvore valiosa e o arbusto infeliz, com o mesmo carinho no qual se desdobra, claro e otimista, sobre lares e asilos, escolas e templos, hospitais e jardins.
Se a nuvem lhe empana o caminho, espera que a nuvem se dissolva e torna a fulgurar.
Se a tempestade agita o firmamento, aguarda a recuperação da harmonia e volta a missão do amor...
Não te esqueças.
O mundo jaz repleto de obstáculos da incompreensão, de tormentos do ódio, temporais de lágrimas, provações e infortúnios...
Aqui, em vales de sombra, medra, o escalracho da discórdia, ali, abre-se o abismo de aflitivas desilusões. Além, multiplicam-se cardos venenosos do orgulho e do exclusivismo, da penúria e da crueldade, e mais além, destacam se, agressivos e contundentes, largos espinheiros de intolerância...
Não perguntes, porém, pelos impedimentos prováveis.
Não relaciones as inquietações da marcha.
Recorda, que o Cristo é o Sol de nossas vidas e sê para as sendas que te cercam o raio de sol infatigável no bem, espalhando em tua passagem o júbilo da esperança renascente, o dom imperecível da luz e a graça do perdão.
Aprendamos a entesourar os dons da vida, respeitando os ensinamentos que o mundo nos impõe, na certeza de que entre a humildade e o trabalho, alcançaremos, um dia, os cimos da Luz.
EMMANUEL
(Do livro "Jóia", FCXavier)
(Do livro "Jóia", FCXavier)
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Prece no Templo Espírita
Prece no Templo Espírita
Senhor Jesus, abençoa, por misericórdia,
o lar que nos deste ao serviço da oração.
Reúne-nos aqui em teu amor e ensina-nos a
procurar-te para que não nos percamos à
margem do caminho. Nos instantes felizes, sê
nossa força, para que a alegria não nos torne ingratos e insensíveis.
Nos momentos amargos, sê nosso arrimo, para
que a tristeza não nos faça abatidos e inúteis.
Nos dias claros, concede-nos a benção do suor
no trabalho digno.
Nas noites tempestuosas, esclarece-nos o
espírito para que te entendamos a advertência.
Inclina-nos a pensar sentindo, para que não guardemos gelo no cérebro, e induze-nos a
sentir pensando para que não tenhamos fogo no coração. Ajuda-nos para que a caridade em
nossa existência não seja vaidade que dilacere
os outros e para que a humildade em nossos
dias não seja orgulho rastejante! ...
Auxilia-nos para que a nossa fé não se converta
em fanatismo e para que o nosso destemor não se transforme em petulância.
Amorável Benfeitor, perdoa as nossas faltas.
Mestre Sublime, reergue-nos para a lição.
E, sobretudo, Senhor, faze que entendamos a
Divina Vontade, a fim de que, aprendendo a
servir contigo, saibamos dissolver a sombra de
nossa presença na glória de tua luz!
Emmanuel
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Oração
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Louvor
LOUVOR
Deslumbrado ante o sol da manhã,
pobre pastor no campo escutava as melodias da natureza.
Tudo, na Terra, era um poema de
louvor ao Amado, em seu trono invisível de luz e ouro!...
Insetos multicores zumbiam
compondo hinos, o vento tangia as cordas do arvoredo, sacudindo, de leve, as
gotas de orvalho que desfaleciam de enlevo e cada ninho, em festa, era doce
canção...
O anônimo zagal em vão tentou
dizer seu êxtase sublime por que o verbo mortal lhe fugia à garganta, mas, contemplando
a selva, encontrou verde avena que soprou com ternura. E a flauta delicada,
respondeu-lhe aos beijos, fez-se ave divina e cantou dominando a harmonia do
bosque!
– Graças, Amado meu! Senhor,
bendito sejas!...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
A mangedoura
![]() |
| Imagem do Goglle |
A MANJEDOURA
As comemorações do Natal conduzem-nos o entendimento à eterna lição de humildade de Jesus, no momento preciso em que a sua mensagem de amor felicitou o coração das criaturas, fazendo-nos sentir, ainda, o sabor de atualidade dos seus divinos ensinamentos.
A Manjedoura foi o Caminho.
A exemplificação era a Verdade.
O Calvário constituía a Vida.
Sem o Caminho, o homem terrestre não atingirá os tesouros da Verdade e da Vida.
É por isso que, emaranhados no cipoal da ambição menos digna, os povos modernos, perdendo o roteiro da simplicidade cristã, desgarra-se da estrada que os conduziria à evolução definitiva, com o Evangelho do Senhor. Sem ele, que constitui o assunto de todas as ciências espirituais, perderam-se as criaturas humanas, nos desfiladeiros escabrosos da impiedade.
Debalde, invoca-se o prestígio das religiões numerosas, que se afastaram da Religião Única, que é a Verdade ou a Exemplificação com o Cristo.
Com as doutrinas da Índia, mesmo no seio de suas filosofias mais avançadas, vemos os párias miseráveis morrendo de fome, à porta suntuosa dos pagodes de ouro das castas privilegiadas.
Com o budismo e com o xintoísmo, temos o Japão e a China mergulhados num oceano de metralha e de sangue.
Com o Alcorão e com o judaísmo, temos as nefandas disputas da Palestina.
Com o catolicismo, que mais de perto deveria representar o pensamento evangélico, na civilização ocidental, vemos basílicas suntuosas e frias, onde já se extinguiram quase todas as luzes da fé. Aí dentro, com os requintes da ciência sem consciência e do raciocínio sem coração, assistimos as guerras absurdas da conquista pela força, identificamos o veneno das doutrinas extremistas e perversoras, verificamos a onda pesada de sangue fratricida, nas revoluções injustificáveis, e anotamos a revivescência das perseguições inquisitórias da Idade Média, com as mais sombrias perspectivas de destruição.
Um sopro de morte atira ao mundo atual supremo cartel de desafio.
Não obstante o progresso material sente a alma humana que sinistros vaticínios lhe pesam sobre a fronte. É que a tempestade de amargura na dolorosa transição do momento significa que o homem se mantém muito distante da Verdade e da Vida.
As lembranças do Natal, porém, na sua simplicidade, indicam à Terra o caminho da Manjedoura... Sem ele, os povos do mundo não alcançarão as fontes regeneradoras da fraternidade e da paz. Sem ele, tudo serão perturbação e sofrimento nas almas, presas no turbilhão das trevas angustiosas, porque essa estrada providencial para os corações humanos é ainda o Caminho esquecido da Humildade.
EMMANUEL
(Do livro ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)
(Do livro ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)
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No Natal
NO NATAL
O Mestre não era um simples reformador.
Nem a sua vida constituiu um fato que só alcançaria significação depois de seus feitos inesquecíveis,
culminantes na cruz.
Jesus Cristo era o esperado.
Pela sua vinda, numerosas gerações choraram e sofreram.
A chegada do Mestre foi a Benção
Os que desejavam caminhar para Deus alcançavam a Porta.
O Velho Testamento está cheio de esperanças no Messias.
O Evangelho de Lucas refere-se a um homem chamado Simeão, que vivia esperando a consolação de Israel. Homem justo e inspirado pelas forças do Céu, vendo a Divina Criança, no Templo, tomou-a nos braços, louvou ao Altíssimo e exclamou: Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra.”
Havia surgido a consolação.
Ninguém estaria deserdado.
Deus repartira seu coração com os filhos da Terra.
E por isso que o Natal é a festa de lágrimas da Alegria.
EMMANUEL
(Do livro Fonte de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier)
(Do livro Fonte de Paz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier)
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Louvor do Natal
LOUVOR DO NATAL
Quando vieste ao mundo, numerosos conquistadores haviam passado, cimentando reinos de pedra com sangue e lágrimas.
Na retaguarda dos carros de ouro e púrpura com que lhes fulgia as vitórias, alastravam-se, como rastros da morte, a degradação e a pilhagem, a maldição do solo envilecido e o choro das vítimas indefesas.
Levantaram-se, poderosos, em palácios fortificados e faziam leis de baraço e cutelo, para serem, logo após, esquecidos no rol dos carrascos da Humanidade.
Entretanto, Senhor, nasceste nas palhas e permaneceste lembrado para sempre.
Ninguém sabe até hoje quais tenham sido os tratadores de animais que te ofertaram esburacada manta, por leito simples, e ignora-se quem foi o benfeitor que te arrancou ao desconforto da estrebaria para o clima do lar.
Cresceste sem nada pedir que não fosse o culto à verdadeira fraternidade.
Escolheste vilarejos anônimos para a moldura de tua palavra sublime...Buscaste para companheiros de tua obra homens rudes, cujas mãos calejadas não lhes favoreciam os vôos do pensamento. E conversaste com a multidão, sem propaganda condicionada.
No entanto, ninguém conhece o nome das crianças que te pousaram nos joelhos amigos, nem das mãos fatigadas a quem te dirigiste na via pública!
A História, que homenageava Júlio César, discutia Horácio, enaltecia Tibério, comentava Virgílio e admirava Mecenas, não te quis conhecer em pessoa, ao lado de tua revelação, mas o povo te guardou a presença divina e as personagens de tua epopéia chamam-se “o cego Bartimeu”, “o homem de mão mirrada”, “o servo do centurião”, “o mancebo rico”, a “mulher Cananéia”, “o gago de Decápolis”, “a sogra de Pedro”, “Lázaro, o irmão de Marta e Maria”.
Ainda assim, Senhor, sem finanças e sem cobertura política, sem assessores e sem armas, venceste os séculos e estás diante de nós, tão vivo hoje quanto ontem, chamando-nos o espírito ao amor e à humildade que exemplificaste, para que surjam, na Terra, sem dissensão e sem violência, o trabalho e a riqueza, a tranquilidade e a alegria, com bênção de todos.
É por isso que, emocionados, recordando-te a manjedoura, repetimos em prece:
- Salve, Cristo! Os que aspiram a conquistar desde agora, em si mesmos, a luz de teu reino e a força de tua paz, te glorificam e te saúdam!...
EMMANUEL
(Do livro ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)
(Do livro ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)
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